quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MINHA CIRURGIA BARIÁTRICA SERÁ DIA 04/09/2009 (Sexta-Feira) NO HOSPITAL DAHER DO LAGO SUL- DISTRITO FEDERAL/ só falta a unimed autorizar(hj são 03/09)

Minha cirurgia baríatrica (redução do estômago) foi realizada em 19/09/2009, deverei ter sido dia 04/09/2009, mas não ocorreu por problemas com o plano de saúde.Betânia



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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Cirurgia bariátrica pode aumentar o risco de pedras nos rins, aponta estudo 2008-12-20 13:45:57 PORTANTO TOMEM MAIS ÁGUA...

Obesidade e emagrecimento

Cirurgia bariátrica pode aumentar o risco de pedras nos rins, aponta estudo 2008-12-20 13:45:57
PORTANTO TOMEM MAIS ÁGUA...

A cirurgia bariátrica, realizada em centro especializado, deve ser considerada em pacientes obesos mórbidos ( índice de massa corporal, chamado de IMC , maior que 40 kg/m2) resistentes ao tratamento clínico ou obesos com IMC maior que 35 kg/m2, associado a outras doenças como hipertensão arterial, anormalidades do colesterol e de suas frações ( dislipidemias ) ou diabete melito. As principais técnicas utilizadas são as cirurgias que reduzem o tamanho do estômago com ou sem , a ligação deste com o intestino.

Um recente estudo , sugere que a cirurgia bariátrica com gastrectomia ( diminuição do estômago ) e ligação com o intestino ( derivação gástrica ) , usando a técnica de Y de Roux , parece aumentar o risco de cálculos renais ( pedras nos rins ) , de oxalato de cálcio, apenas 3 meses após o procedimento. Pesquisas prévias demonstraram um risco elevado de doença renal com a técnica de derivação jejunoileal, uma operação bariátrica que tem sido substituída por outros procedimentos.

Os autores do estudo , da universidade de Minnesota ( Estados Unidos ) , avaliaram 24 pacientes obesos mórbidos , submetidos à derivação gástrica em Y de Roux , entre dezembro de 2005 até abril de 2007. Os níveis de oxalato de cálcio foram analisados por coleta de urina sete dias antes e 90 dias depois da cirurgia. A derivação gástrica em Y de Roux, foi associada a uma maior excreção pela urina de oxalato de cálcio . Os pesquisadores não encontraram nenhum fator pré-operatório predisponente para este fato.

Os autores concluem que , adotar medidas preventivas , como aumento da ingestão de líquidos e limitação da ingestão de oxalato de cálcio , devem ser implementadas entre os candidatos a essa modalidade de cirurgia bariátrica.

Fonte: J Am Coll Surg ( 2008 ).

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Cirurgia bariátrica pode aumentar o risco de pedras nos rins, aponta estudo 2008-12-20 13:45:57
PORTANTO TOMEM MAIS ÁGUA...

A cirurgia bariátrica, realizada em centro especializado, deve ser considerada em pacientes obesos mórbidos ( índice de massa corporal, chamado de IMC , maior que 40 kg/m2) resistentes ao tratamento clínico ou obesos com IMC maior que 35 kg/m2, associado a outras doenças como hipertensão arterial, anormalidades do colesterol e de suas frações ( dislipidemias ) ou diabete melito. As principais técnicas utilizadas são as cirurgias que reduzem o tamanho do estômago com ou sem , a ligação deste com o intestino.

Um recente estudo , sugere que a cirurgia bariátrica com gastrectomia ( diminuição do estômago ) e ligação com o intestino ( derivação gástrica ) , usando a técnica de Y de Roux , parece aumentar o risco de cálculos renais ( pedras nos rins ) , de oxalato de cálcio, apenas 3 meses após o procedimento. Pesquisas prévias demonstraram um risco elevado de doença renal com a técnica de derivação jejunoileal, uma operação bariátrica que tem sido substituída por outros procedimentos.

Os autores do estudo , da universidade de Minnesota ( Estados Unidos ) , avaliaram 24 pacientes obesos mórbidos , submetidos à derivação gástrica em Y de Roux , entre dezembro de 2005 até abril de 2007. Os níveis de oxalato de cálcio foram analisados por coleta de urina sete dias antes e 90 dias depois da cirurgia. A derivação gástrica em Y de Roux, foi associada a uma maior excreção pela urina de oxalato de cálcio . Os pesquisadores não encontraram nenhum fator pré-operatório predisponente para este fato.

Os autores concluem que , adotar medidas preventivas , como aumento da ingestão de líquidos e limitação da ingestão de oxalato de cálcio , devem ser implementadas entre os candidatos a essa modalidade de cirurgia bariátrica.

Fonte: J Am Coll Surg ( 2008 ).

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Cirurgia bariátrica dobra o risco de fratura óssea

Obesidade e emagrecimento


Cirurgia bariátrica dobra o risco de fratura óssea, diz estudo 2009-06-14 17:15:51




Um recente estudo sugere que a cirurgia bariátrica dobra o risco de fratura óssea, principalmente nos ossos das mãos e pés. O autor principal do estudo foi o Dr. Jackie Clowes, médico da Clínica Mayo (Rochester, Estados Unidos).

"Ainda não sabemos a explicação exata destes achados.Embora uma suplementação agressiva de cálcio e vitamina D após a cirurgia possa ser muito importante, estas medidas podem ser insuficientes para impedir o aumento do risco de fratura óssea", disse o Dr. Clowes.

O aumento da taxa de remodelação óssea e a alteração do metabolismo dos nutrientes, tem sido relatados em pacientes após a cirurgia bariátrica.Este estudo avaliou 97 pacientes (idade média de 44 anos) submetidos à cirurgia bariátrica no período de 1985 até 2004.Estes pacientes foram acompanhados, em média, por um período de 7 anos.

A derivação gástrica correspondeu a 90% dos procedimentos cirúrgicos realizados. Os autores do estudo concluíram que a cirurgia bariátrica dobrava o risco de fraturas em qualquer local do esqueleto.Este aumento do risco foi impulsionado principalmente pelas fraturas em mãos e pés, que foram 3 e 4 vezes, respectivamente, mais frequentes nestes pacientes.

"A maioria das fraturas ocorreu em mais de dois anos após a cirurgia, sugerindo que esta é uma complicação tardia da cirurgia bariátrica.Os resultados destes estudo nos surpreenderam, pois a cirurgia bariátrica é efetiva para tratar a obesidade e, desta forma, ofereceria uma proteção contra a osteoporose, diminuindo o risco de fraturas ósseas", finaliza o Dr. Clowes.

Fonte:The Endocrine Society Meeting (2009).

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Faustão fez cirurgia não regulamentada

sexta-feira, 7 agosto, 2009
Faustão fez cirurgia não regulamentada
por Lucio Luiz

No início da semana, anunciamos que Faustão havia realizado uma cirurgia bariátrica. O apresentador voltou a ser notícia em toda a mídia pelo mesmo assunto, mas dessa vez de uma maneira não muito positiva: o procedimento cirúrgico utilizado não é regulamentado.

Faustão vem mantendo um comportamento exemplar ao optar por não dar detalhes sobre a cirurgia enquanto não observar seus resultados reais, já que sabe a força de sua opinião perante o público. Contudo, a técnica utilizada (gastrectomia vertical com interposição de íleo) não é reconhecida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

A cirurgia experimental foi desenvolvida há cerca de seis anos pelo cirurgião goiano Áureo Ludovico de Paula com o principal objetivo de curar o diabetes tipo 2. O procedimento já foi aplicado em 450 pacientes.

Sua principal diferença para a cirurgia convencional é a recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno. Com isso, o íleo passa a produzir mais GLP1 (hormônio que estimula a produção de insulina), exatamente o problema dos diabéticos tipo 2, no qual o íleo não consegue produzir o hormônio em quantidade suficiente.

Há especialistas a favor e contra a técnica, mas o fato dela ainda ser experimental e, principalmente, não ser voltada primordialmente para a redução da obesidade, faz com que seja necessário observar melhor os resultados dos pacientes que já passaram por ela. Além disso, para o problema específico do diabetes tipo 2, o próprio CFM sugere outros tipos de intervenção cirúrgica.

Por fim, um dado importante levantado pelos especialistas: Uma cirurgia experimental só pode ser realizada com autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Contudo, ainda não havia registro na Conep dessa técnica. A instituição já pediu explicações para o hospital e o médico responsáveis pelo tratamento, que terão sete dias para responder.

O Hospital Albert Einstein, onde Faustão foi operado, afirma que o precedimento cirúrgico é, sim, reconhecidamente experimental e que segue todos os critérios de segurança da instituição.

—–

Fonte: Folha de S. Paulo

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Médico terá de indenizar família por negligência em cirurgia de redução de estômago

RETIRADO DO SITE http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=92064&tmp.area_anterior=44&tmp.argumento_pesquisa=cirurgia#
20/05/2009 - 15h19


DECISÃO STJ

Médico terá de indenizar família por negligência em cirurgia de redução de estômago
Alexandre Rubio Roso, médico acusado de causar a morte de um paciente por negligência durante cirurgia bariátrica (de redução estomacal) terá que pagar indenização a familiares de vítima. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso com o qual o médico tentava se desobrigar do pagamento de R$ 150 mil à família. A Terceira Turma, por unanimidade, concluiu que o acusado não trouxe nenhum argumento capaz de demonstrar qualquer equívoco nos fundamentos da condenação.

Segundo os autos do processo, a vítima pesava cerca de 198 quilos. Deu entrada no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre (RS), para realizar a cirurgia de redução de estômago (bariátrica) e diminuir a obesidade. Lá conheceu o médico acusado, também vice-prefeito e secretário de Saúde de São Leopoldo, que o induziu a submeter-se imediatamente ao processo cirúrgico.

A vítima foi internada no Hospital Centenário de São Leopoldo, que não é autorizado pelo Ministério da Saúde a realizar esse tipo de cirurgia, e foi operado pelo acusado sem as precauções e procedimentos necessários. Após ficar 29 dias internado, o paciente faleceu em decorrência de infecção generalizada. Segundo informações divulgadas pelo Tribunal de Justiça gaúcho, o médico adulterou o código de procedimento para gastroenteroanastomose (indicado para lesões estomacais), pois o Sistema Único de Saúde (SUS) não autorizaria cirurgia de redução de estômago.

Em primeira instância, o médico foi condenado a pagar indenização de R$ 150 mil para a viúva e filhos da vítima (R$ 50 mil para cada). O magistrado concluiu que os procedimentos adotados antes e após o ato cirúrgico foram permeados pela imprudência e pela negligência. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) manteve a decisão e não admitiu o envio do recurso especial ao STJ, levando a defesa a interpor agravo de instrumento (tipo de recurso) .

A relatora, ministra Nancy Andrighi, não admitiu o recurso, afirmando que não houve negativa de prestação jurisdicional e que a defesa limitou-se a renegar o juízo de admissibilidade realizado pelo Tribunal gaúcho. A defesa recorreu novamente com um agravo regimental (tipo de recurso). Mas os ministros da Terceira Turma confirmaram a conclusão da relatora, a qual destacou que a defesa não desmentiu os fundamentos utilizados pelo juízo prévio de admissibilidade. Dessa forma, ficou mantida a condenação imposta pelo Judiciário gaúcho ao médico.

Esse mesmo médico, segundo informações do TJ do Rio Grande do Sul, responde pela morte de cinco pessoas submetidas a cirurgias de gastroplastia. Em abril deste ano, a 2ª Câmara Criminal daquele tribunal determinou que Alexandre Rubio Roso será julgado pelo Tribunal do Júri pela acusação de homicídio doloso e crime continuado.


Coordenadoria de Editoria e Imprensa


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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Unimed é obrigada a liberar cirurgia com vídeo a obeso

Unimed é obrigada a liberar cirurgia com vídeo a obeso
(27/02/2009 10:33:00)

O plano de saúde havia autorizado apenas o método convencional

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou à Unimed que adote o método de videolaparoscopia (com a utilização de uma microcâmera de vídeo) em uma cirurgia de redução de estômago, por oferecer menor risco e uma recuperação mais rápida. O plano de saúde havia autorizado apenas o método convencional. A decisão contempla um adolescente de Rondonópolis, de 16 anos, que pesa 128 quilos, e abre precedente para outros consumidores dos planos de saúde no Estado.
O jovem apresenta Índice de Massa Corpórea (IMC) igual a 45, que indica obesidade mórbida, e tem um histórico sem resposta a qualquer tratamento clínico contra a doença. De acordo com o Tribunal de Justiça, mesmo que o contrato assinado não preveja a questão envolvendo o tipo de método cirúrgico, há que se interpretar favoravelmente ao consumidor, seguindo o Código de Defesa do Consumidor (CDC).
A decisão foi expedida pela Quinta Câmara Cível do tribunal, impondo à Unimed a autorização à cirurgia por videolaparoscopia, considerado procedimento cirúrgico menos agressivo. O paciente havia interposto agravo de instrumento com o objetivo de derrubar decisão emitida pelo Juízo da Terceira Vara Cível da Comarca de Rondonópolis, que negou o pedido de liminar porque não havia sido negada a autorização da cirurgia pela Unimed - mas apenas a forma de videolaparoscopia.
Nas argumentações, o paciente alegou que a cirurgia indicada foi a gastroplastia por videolaparoscopia. O relator do recurso, desembargador Sebastião de Moraes Filho, destacou que no contrato estabelecido entre as partes foi possível perceber nitidamente que havia omissão no que tange ao meio de realização da cirurgia. Ele explica que o artigo 47 do CDC frisa que “as cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor”.
No voto, o relator destacou trecho do relatório médico, que assinala que o paciente é portador de obesidade desde os oito anos de idade e que passou por inúmeros tratamentos. Entre eles foram relatados a terapia nutricional, medicamentosa e atividades físicas, com resultados pífios em longo prazo.


Fonte: Diário de Cuiabá

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