segunda-feira, 25 de maio de 2009

Exagero em cirurgia plástica- Jocelyn Wildenstein



ESCREVAM O QUE VCS QUISEREM SOBRE ESSA IMAGEM. BJS

Jocelyn Wildenstein
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Dia 26/05 estaremos na reunião DR.LUCAS SEIXAS q será: SGAS/ Av L2 Sul - Q 613/614 - Lote 95 - Sala 208.hrs:sempre às 20:00 hrs-PRÓXIMO=IESB


A Equipe multidiciplinar do Dr. Lucas Seixas Docas Júnior oferece uma reunião toda PRIMEIRA segunda-feira do mês, com médicos cirurgiões, psicólogos e nutricionistas,com a equipe multidisciplinar: Psicologia, Nutrição, Fonoaudiologia (aula sobre mastigação); educação física;

E toda ÚLTIMA terça do mês o próprio Dr. Lucas explicando tudo relacionado a cirurgia bariátrica e sobreo "Tratamento Cirúrgico da Obesidade Severa".


Endereço: SGAS - Av L2 Sul - Quadra 613/614 - Lote 95 - Sala 208.
Horário: sempre às 20:00 hrs = o local é um prédio que fica do lado esquerdo do prédio do IESB.


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MG: Lei impõe restrições à cirurgia bariátrica
(23/06/2008 11:32:00)

Só pode passar por procedimento quem tiver IMC acima de 35 ou 40

Brasília. O crescimento da cirurgia bariátrica no Brasil e a sua realização pelo SUS (são feitas cerca de 25 mil operações por ano) obrigaram o Ministério da Saúde a incorporar desde o ano passado normas mais rigorosas para tentar conter as mortes e complicações relacionadas ao procedimento, considerado de alto risco.
O principal objetivo da legislação, baseada na resolução 1.766, de 2005, do Conselho Federal de Medicina, é orientar os médicos a só indicarem a cirurgia como último recurso para o combate da obesidade.
Pela resolução, apenas pacientes com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 35 ou 40 podem realizar a operação, mesmo assim, quando o quadro está associado a outras doenças como diabetes ou problemas arteriais.
A lei ainda obriga os médicos a indicar a cirurgia somente para pessoas com obesidade estável há mais de cinco anos e que tenham tentado emagrecer com acompanhamento clínico por dois anos sem eficácia.
O texto ainda determina idade mínima de 18 anos e a consciência do paciente e de seus familiares sobre ``riscos e mudanças de hábitos inerentes a uma cirurgia de grande porte e da necessidade de acompanhamento pós-operatório com a equipe multidisciplinar por toda a vida do paciente``.
Além de imposições ao paciente, a legislação também aborda a necessidade de uma fiscalização sobre os locais e os profissionais envolvidos com as cirurgias para redução de estômago.
O conselho determina a obrigatoriedade de uma UTI no local onde a cirurgia é realizada e o acompanhamento da operação por uma equipe multidisciplinar.
Complicações. No Brasil, não há dados oficiais do Ministério da Saúde sobre mortes e complicações relacionadas à cirurgia bariátrica. Mas, estimativas apontam para a ocorrência de problemas em 10% das operações.
O índice de óbito estaria dentro da média aceitável para outras cirurgias de alto risco, um em cada 100 casos.
Em Belo Horizonte, 506 pessoas aguardam pelo procedimento, de acordo com Jussara Xavier Lima, diretora social de relações públicas do Núcleo Mineiro de Obesidade. Segundo ela, desde abril deste ano, a média de espera pela cirurgia é de seis meses. Por outro lado, Jussara ressalta que não há mais fila para a primeira consulta para a operação.
Indicação deve ter avaliação criteriosa
A cirurgia bariátrica envolve benefícios e riscos, sendo necessária uma avaliação criteriosa para ser indicada, de acordo Galzuinda Figueredo Reis, responsável técnica pela cirurgia bariátrica da Santa Casa e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica. Os riscos de mortalidade da cirurgia são de cerca de 1%. “Os pacientes devem primeiro tentar emagrecer, com a ajuda de uma equipe multidisciplinar, durante pelo menos dois anos”, explica.
Quando não há resultado positivo e o paciente atende aos pré-requisitos, a cirurgia é uma alternativa, pois a obesidade também compromete a qualidade de vida. Segundo Galzuinda, dados da USP mostram que a taxa de mortalidade de quem está na fila de espera é de 3%, devido à evolução da obesidade para outras doenças relacionadas ao peso. Ela acrescenta que em nenhum caso é indicado engordar para atingir o índice exigido para o procedimento cirúrgico.

Fonte: Murilo Rocha e Marina Alves - O Tempo

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Hoje ao meio dia será Internada nossa amiga, Elisangela Sena Rodrigues


Hoje ao meio dia será Internada nossa amiga, Elisangela Sena Rodrigues que está na minha lista de amigos do orkut:

Ela fará a Bariátrica com o Dr. Lucas Seixas.

Site: www.hospitaldrjk.com.br VAMOS DAR FORÇAS PRA ELA. BJS.

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sexta-feira, 1 de maio de 2009

CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO - Fobi-capella - Cirurgia de redução de estômago eleva expectativa de vida

- Notícias :: Faculdade de Medicina da UFMG - http://www.medicina.ufmg.br/noticias -

Cirurgia de redução de estômago
eleva expectativa de vida

Postado em 14 de setembro de 2007 @ 4:36 pm publicado em Divulgação científica

Cirurgia bariátrica realizada em Minas Gerais tem resultados equiparados a médias nacional e internacional, tanto para perda de peso quanto para melhora das doenças associadas, mas especialistas não recomendam como principal opção para questões estéticas.



Pesquisa de doutorado, realizada com 193 pacientes com até cinco anos de pós-operatório da cirurgia de redução de estômago (Bypass gástrico ou cirurgia de Capella), que é autorizada pelo Ministério da Saúde para atendimento pelo SUS, comprovou a eficiência da cirurgia em Minas Gerais, equiparável aos grandes centros mundiais.

Desenvolvida no Hospital das Clínicas da UFMG, a pesquisa, que avaliou indivíduos operados entre 1998 e 2005, também comprovou que a perda de peso e a melhora das doenças associadas foram semelhantes à média nacional, com exceção da anemia.

[1] A conclusão é de Maria de Fátima Haueisen Sander Diniz (foto), professora do Departamento de Clínica Medica da Faculdade de Medicina da UFMG (CLM), em sua tese “Aspectos clínicos e metabólicos de pacientes obesos do Sistema Único de Saúde submetidos a operação de Capella no Hospital das Clínicas da UFMG”, defendida em agosto, dentro do Programa de Pós-graduação em Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG, orientada pela professora Valéria Maria de Azeredo Passos (CLM).

Segundo a pesquisadora, os melhores resultados quanto à perda de peso foram observados até o segundo ano de seguimento. Depois desse período, há tendência de readquirir peso, pois, geralmente, há maior tolerância à ingestão de quantidade maior de alimentos.

“Entre 50 pacientes que completaram cinco anos da operação, houve, entre o segundo e o quinto ano, reaquisição de peso de 8,1 ± 5,7 kg, o que significou redução significativa da percentagem do excesso de peso perdido”, explica.

O controle da hipertensão nos dois primeiros anos foi mais significativo. Passado esse período, a doença tende a voltar, porém, com quadro clínico menos intenso do que no pré-operatório.

“Com a perda significativa de peso, também houve considerável redução da prevalência dos problemas associados à obesidade (as chamadas comorbidades, como diabetes, colesterol, triglicérides e ácido úrico elevados) até o quinto ano de acompanhamento dos indivíduos”, afirma Maria de Fátima.

DEFICIÊNCIAS

Se comparados os resultados com os de outros países, houve aumento dos casos de deficiência de proteína e de anemia. A autora interpreta que isso possa ser reflexo de influências de contextos sócio-econômicos e culturais, os quais não foram pesquisados. “O acesso aos alimentos e escolhas alimentares individuais, por exemplo, não foram avaliados”, diz.

Esses fatores talvez possam explicar a maior mortalidade. A média da mortalidade nos casos estudados foi de 4,1%, até o primeiro ano de pós-operatório, enquanto a mundial é inferior a 2%.

Segundo a autora, a mortalidade não foi tão diferente do registrado em outros lugares no Brasil e até em outros centros mundiais. “Um estudo realizado no HC de São Paulo, por exemplo, registrou mortalidade de 3,1%. A mortalidade de pacientes do Medicare, equivalente ao SUS nos Estados Unidos, foi de 4,6%”, afirma.

“Outras causas que levam à diferença de resultados talvez sejam as características da população, com elevado Índice de Massa Corpórea (IMC) e presença de muitas doenças associadas, no pré-operatório”, declara Diniz, segundo quem a média do IMC dos pacientes antes da cirurgia foi de 52,7kg/m2, que é considerado superobesidade em pessoas adultas.

“Esse pode ser um dos fatores que levou à alta mortalidade”, esclarece.
As doenças associadas também podem ter contribuído. Dos pacientes acompanhados, 63,2% possuíam hipertensão arterial, 23,8% apresentavam quadro de diabetes mellitus e 5,2% tinham anemia antes da cirurgia.

DESMISTIFICANDO A MÁGICA

Segundo a orientadora do estudo, professora Valéria Passos, aproximadamente 12% da população adulta brasileira é obesa. Estima-se em 0,7% a prevalência de obesidade mórbida na população urbana das grandes capitais brasileiras, o que equivale a aproximadamente 322.000 obesos mórbidos.

“A cirurgia não pode ser encarada como solução milagrosa de emagrecimento. O paciente deve ter em mente a importância da mudança de hábitos no pós-operatório, para que se evite o ganho de peso”, completa a orientadora.

A autora, por outro lado, destaca que, para grau mais elevado de obesidade, na maioria das vezes, o tratamento clínico é ineficaz, mesmo por médio e longo prazo. “Há limitações causadas pela obesidade grave. É muito difícil, por exemplo, a pessoa praticar exercícios físicos. A cirurgia torna-se, muitas vezes, a melhor solução”, afirma.

E engana-se quem pensa que a cirurgia tenha objetivos estéticos. “Ela é realizada para reduzir a mortalidade, já que a obesidade grave reduz a expectativa de vida, principalmente em pessoas mais jovens”, alerta a autora, para quem é necessário desmistificar a idéia de que a cirurgia é mágica. “Tem que haver responsabilidade por parte do paciente. O milagre não é só a cirurgia, e sim a possibilidade de mudar hábitos”, resume.

CUIDADOS NO PÓS-OPERATÓRIO

Ambas chamam a atenção para o fato de que o tratamento do obeso mórbido é um trabalho em equipe desde a fase pré-operatória, continuando no pós-operatório. “Além do cirurgião, há profissionais de diversas áreas envolvidos: endocrinologia, nutrição, psicologia, psiquiatria, neurologia, entre outros”, afirma Diniz.

Ela garante, porém, que a maior parte do sucesso depende do paciente. “Sem o comprometimento e acompanhamento adequados, outros problemas podem surgir, como deficiências nutricionais e alcoolismo, ou retornar. Quando se readquire peso a tendência é o reaparecimento das doenças associadas à obesidade”, reforça.

Fazem parte das recomendações pós-cirúrgicas a prática de atividades físicas, a continuidade de dieta estabelecida pelo nutricionista, acompanhamento psicológico e o uso contínuo de polivitamínicos. Há ainda necessidade de consultas periódicas e reuniões mensais de nutrição. “É uma pena que a maioria não se envolvam adequadamente e só retornem ao consultório quando há algum problema”, lamenta. “Não é uma questão de manter peso, e sim, de manter saúde”, conclui Diniz, otimista.

SERVIÇO
Tese de Doutorado
Aspectos clínicos e metabólicos de pacientes obesos do Sistema Único de Saúde submetidos à operação de Capella no Hospital das Clínicas da UFMG
Programa de Pós-graduação em Clínica Médica
Autora: Maria de Fátima Haueisen Sander Diniz
Banca Examinadora: Profa. Valéria Maria de Azeredo Passos (Orientadora).
Profª. Ana Lúcia Cândido. Prof. Paulo Roberto Savassi Rocha. Profª. Isabela Martins Bensenor (USP). Prof . Joel Faintuch (USP).
Data da Defesa: 2 de agosto de 2007


[2] Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG
Redação e foto: Mariana Pires - Estudantes de Jornalismo
[3] divulga@medicina.ufmg.br - (31) 3248 9651


Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG
jornalismo@medicina.ufmg.br - (31) 3409 9651

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