terça-feira, 15 de setembro de 2009

Gastrectomia vertical - A minha cirurgia foi a Fobi-Capella (Betânia sousa)


 

Advogada processa médico de Faustão após cirurgia - 6 de agosto de 2009 às 09:18




A advogada Daliana Kristel Gonçalves Camargo, 31, está processando o médico Áureo de Paula (que operou o apresentador Fausto Silva) por problemas de saúde após ter passado por uma gastrectomia vertical com interposição de íleo.

Daliana, que foi submetida à intervenção em 2005, não tinha diabetes e queria apenas perder peso. Ela havia sido operada, pelo mesmo cirurgião, para colocação de um balão, mas não emagreceu.

Segundo seu advogado, Marcelo Di Rezende, o médico disse que, com 100 kg, ela poderia passar por um procedimento que resolveria o problema.

Então, ela engordou, passando de 76 kg para 95 kg. Pagou R$ 20 mil pelo procedimento.

Os problemas surgiram após a cirurgia. Segundo o advogado, ela não conseguia comer e passou a vomitar várias vezes ao dia.

Daliana teve uma úlcera perfurada e uma fístula (orifício) no estômago. Já passou por nove cirurgias e 17 microcirurgias, mas ainda não foi possível fechar a fístula.

Há mais de dois anos ela não pode comer nada. "Ela se alimenta por via enteral [com sonda] ou parenteral [pela veia]", diz. Está aposentada por invalidez. (Da Folha OnLine)
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8 ComentáriosFechar esta janela Ir para formulário de comentário alessandra disse...
finalmente ela deve ter coseguido o que queria neh..ficar magra

27 de setembro de 2009 18:58

Raphael disse...
Primeiro lugar, nesta reportagem estão dizendo que uma úlcera foi perfurada, então isso significa que ela já tinha esa úlcera. E eu sei que se o estomago tiver úlcera ou H pylori não se pode operar. Além do que ela dimplismente fez por vaidade. Agora ela está pagando o preço.Eu acredito que a cirurgia em sí deveria ser um sucesso, se não fosse a teimosia dela em querer por vaidade perder peso, tendo uma ulcera e uma fístula no estomago isso não existe. De qualquer forma desejo que ela melhore.

28 de setembro de 2009 17:30

Graziella disse...
Acho que vcs q sao obesos teem a mania de achar q só vcs precisam dessa cir. E eu aposto que 99% faz pensando mto mais na vaidade do que saúde..a vida de uma mulher magra muda e mto. EU nao acho bem feito p advogada ela ter se submetido a esta cir semprecisar, ninguem sabe o que se passava na vida dela que a fez optar por esta cir.As pessoas cansam de fazer dietas , remedios, isso tem limite.Estarei fazendo esta cir dia 16 e estou com 72 kilos, meu imc é 28 mas canseii de dieta a vida toda! Cheguei no meu limite.Optei por este método por ser mais seguro e menos agressivo, ams queria saber se o que q aconteceu c ela foi devido ao tipo da cirurgia(pq é a mesma da minha)

7 de outubro de 2009 15:44

Alessandra B disse...
Graziella, tenho 88 kg e 32,3 de MC
quero muito fazer essa cirurgia e gostaria de saber onde e com quem vc está fazendo. Ja coloquei o balão e não deu certo.

Entre em contato.

alessandrabione@gmail.com

20 de outubro de 2009 10:46

Caperutto disse...
Eu não tinha nenhum problema em ser gordo (tá certo que tive que resolver isso com terapia, mas agora tá ficando complicado. Não aparento os quase 180Kg que tenho. É muito mais que muita gente tem e opera. Não deixo de ser vaidoso sendo gordo. Só que agora minha saúde está piorando. Tenho pressão alta e outros problemas com o joelho. Estou indo atrás da cirugia porque não consigo controlar a boca e vai ter que ser na marra. Acho um absurdo passar por essa "mutilação" por vaidade.

4 de novembro de 2009 10:33

marilda disse...
Fiz a cirurgia faz exatamente um mês, e estou certa de que foi a melhor coisa q fiz na minha vida, sempre tive grandes problemas com o peso, e nada q fiz:inúmeras dietas, acompanhamentos nutricionais, vigilantes do peso, remédios, nada me trouxe resultado satisfatório, com o insentivo do meu médico clinico tbm operado...e tbm de duas pessoas da familia, fui com coragem e determinação em busca de qualidade de vida, e saúde, hj fazem um mês de cirurgia, ja passei pela dieta líquida bem tranquila, pastosa, e agora normal, claro q com restrição de volume, mas estou me adptando aos poucos a minha nova vida, quero sim ser uma nova mulher, uma nova pessoa, com saúde, com qualidade de vida e muito feliz, desejo a todos q ainda estão em dúvida sobre a cirurgia, q encontrem uma equipe médica responsável, um bom nutricionista, um bom psicólogo, um ótimo e conceituado médico da cirurgia bariátrica, aqui em Ctba recomendo com certeza Dr.Antonio de Rosa Senna, maravilhoso médico e um equipe sensasional, compententíssimos...sem mais espero q todos encontrem o caminho da felicidade, pois todos nós temos o direito pleno de sermos felizes e se não estamos temos q procurar ser.........abraços/Marilda.

5 de novembro de 2009 16:58

123 123 disse...
Nice blog you got here. I'd like to read a bit more about this topic.
BTW look at the design I've made myself London escorts

18 de novembro de 2009 10:34

MÁRCIA disse...
Penso que ela não teve sorte... Todos nós corremos riscos em qualquer cirurgia, o fato é que hoje a vaidade esta acima de tudo! Eu tbm pretendo fazer essa cirurgia, acredito que essa é ainda e menos radical comparada com as outras técnicas. É preciso FÉ!!!!

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28/01/2010 - 08h39
Cirurgia feita em Faustão é proibida pela Justiça Federal
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FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

A Justiça Federal de Goiás proibiu ontem (27), em caráter liminar, a realização da cirurgia de redução de estômago que promete curar o diabetes até que o médico Áureo Ludovico de Paula submeta o procedimento --considerado experimental-- ao Conselho Federal de Medicina e ao Conep (Comitê Nacional de Ética em Pesquisa).

Médicos são alertados sobre remédio para emagrecer
Mulheres comprometidas ganham mais peso
Exercício no frio não aumenta queima de gordura
Reduzir horário de TV à metade evita ganho de 6 kg ao ano

Em caso de descumprimento, Ludovico será multado em R$ 100 mil por cirurgia realizada em desacordo com a decisão. A técnica, conhecida como interposição de íleo, foi desenvolvida pelo cirurgião goiano e realizada no apresentador Fausto Silva (que perdeu mais de 30 kg). Mais de 450 pacientes já se submeteram ao procedimento. Cabe recurso.

Enquanto aguarda a aprovação do Conep e do CFM, Ludovico só poderá realizar o procedimento em casos comprovados de urgência (como risco de morte). Essa decisão caberá a uma câmara formada por três médicos no Conselho Regional de Medicina de Goiás por determinação do juiz Urbano Leal Berquó Neto.

A decisão atende parcialmente a uma ação do Ministério Público Federal contra o médico. O procedimento não tem aprovação do Conep e não é reconhecido nem pelo CFM nem pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica.

Editoria de Arte/Folha Imagem


A diferença dessa técnica para a cirurgia convencional está na recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno. Ao entrar em contato com o alimento, o íleo começa a produzir GLP1 (hormônio que estimula a produção de insulina). Nos diabéticos tipo 2, a insulina está reduzida no organismo e o íleo produz pouco GLP1 porque a maior parte do alimento já foi absorvida.

Com o reposicionamento de parte do intestino, o alimento entra em contato mais rápido com o íleo, o que pode aumentar a produção do GLP1.

Thomaz Szegö, presidente da SBCBM, diz que ainda não há evidências que comprovem a eficácia da técnica. "A sociedade segue a lei, e a lei diz que não se pode inventar uma técnica no consultório e começar a usar nos pacientes. Não se autoriza uma técnica com pacientes operados em série, por um cirurgião que vai realizando uma operação atrás do outra."

Procurado pela reportagem, Ludovico disse que ainda não tinha sido notificado da decisão. Questionado sobre o pedido de autorização ao Conep, o médico disse que "essa cirurgia não é experimental, por isso não precisa de autorização."

Colaborou JULLIANE SILVEIRA

RETIRADO DO SITE:
http://64.233.163.132/search?q=cache:PPFRubsA5qoJ:www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u685803.shtml+CIRURGIA+FAUST%C3%83O%3BPROIBIDA&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br


MUNICIPAIS


10-11-2009 14:11:50

Conselho Nacional de Saúde considera ilegal cirurgia de diabetes



Goiânia, capital de Goiás. Novamente a cidade se torna notícia nacional. Através do seu site, em 6 de novembro, a revista ÉPOCA apresentou, via coluna Saúde & Bem Estar, reportagem trazendo a informação de que o Conselho Nacional de Saúde considera ilegal a cirurgia de diabetes. A veiculação, editada pela jornalista Cristiane Segatto, chama atenção e o JC transcreve a mesma, sem adaptações, nesta nossa postagem (Da Redação - JC On-line) de 10/11/09:







ÉPOCA ouviu a paciente de Goiânia submetida ao procedimento. O caso dela foi a principal motivação para o Conselho entrar nesta semana com uma representação no Ministério Público Federal pedindo que a operação deixe de ser realizada no Brasil.













Daliana passou pela cirurgia em 2005. Desde então,

enfrenta graves problemas de saúde







Pelo menos 450 pacientes no Brasil já passaram por uma controversa cirurgia criada pelo médico goiano Aureo Ludovico de Paula com o objetivo de se livrar do diabetes tipo 2. Talvez o mais conhecido seja o apresentador de TV Fausto Silva, operado em julho. Faustão diz que está bem, mas não fala sobre seu caso. A técnica é chamada de interposição do íleo. O íleo é a porção final do intestino delgado onde são secretados hormônios que estimulam a ação da insulina no pâncreas. Paula acredita que uma mudança nessa região do intestino possa controlar o diabetes e manter os pacientes livres dos remédios.



Desde 2007, a técnica tem sido apresentada em reportagens como uma esperança de cura. Nesta semana, o Conselho Nacional de Saúde se manifestou oficialmente sobre o assunto. Segundo o órgão que faz parte do Ministério da Saúde, a operação é ilegal.



Na quarta-feira (4), o Conselho Nacional de Saúde entrou com uma representação no Ministério Público Federal, em Goiânia, pedindo providências à procuradora Léa Batista de Oliveira. O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, espera que a procuradora entre com uma ação judicial impedindo a realização desse procedimento no Brasil.



A cirurgia não é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina como são todas as técnicas cirúrgicas consagradas. Poderia ser considerada experimental. Para isso o médico precisaria ter registrado um protocolo de pesquisa na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Esse registro nunca existiu.



“Se a técnica não está formalizada nem é experimental, ela é ilegal”, afirma Batista Júnior. Segundo ele, o Conselho Nacional de Saúde está preocupado com as pessoas que fizeram a cirurgia e acham que estão bem. “A cirurgia atua sobre uma porção do intestino que é fundamental para a absorção de nutrientes. Essas pessoas precisam saber que correm o risco de desenvolver complicações imprevisíveis que podem até levar à morte.” Batista Júnior afirma que o Conselho Nacional de Saúde pretende mapear todos os pacientes que passaram pela cirurgia e acompanhar a evolução deles.



Feita por laparoscopia, a cirurgia consiste em aproximar do estômago uma parte do íleo (porção final do intestino delgado). O objetivo é intensificar a produção de hormônios existentes no íleo que estimulam a ação de insulina no pâncreas. Durante a operação, o médico faz também uma redução de cerca de 40% do estômago. O paciente perde peso e, com isso, diminui a resistência do organismo à insulina. O diabetes melhora.



Paula tem apresentado resultados positivos em congressos médicos e em revistas científicas. Em um artigo publicado em agosto de 2007 no periódico Surgical Endoscopy, ele afirma que, em um grupo de 39 pacientes submetidos à técnica, 90% ficaram completamente livres do diabetes. A técnica tem sido divulgada em reportagens. Mas a falta de estudos clínicos registrados e acompanhados por outros especialistas impede a avaliação criteriosa de possíveis riscos e benefícios.



“Não existe substrato na literatura científica para que essa técnica seja oferecida à população. Ela é feita por um único cirurgião que apresenta resultados sem auditoria”, diz Thomaz Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Segundo Szegö, não é possível dizer nesse momento se a técnica é boa ou ruim.



“Ninguém está dizendo que a técnica é ruim. Estamos dizendo que é preciso comprovar se ela é boa ou ruim antes de oferecê-la aos pacientes”, diz. “Se for comprovado que ela é segura e eficaz, vamos incorporá-la ao arsenal médico”.



[Neste ponto a reportagem, no site da revista, apresenta a chamada abaixo]:







Saiba mais:



- A obesidade pode passar de mãe para filho



- Obesidade causa doença?



- Adeus, obesidade







[Para] Francisco Batista Júnior, os pacientes de Paula não estão sendo devidamente informados sobre a falta de aprovação da cirurgia e sobre o risco de aparecimento de resultados inesperados.



A principal motivação da providência tomada pelo Conselho Nacional de Saúde foi a denúncia feita pela advogada Daliana Kristel Gonçalves Camargo, de 31 anos, moradora de Goiânia. Em 2005, Daliana decidiu fazer uma cirurgia de redução de estômago. Ela mede 1m58 e, na ocasião, estava com 95 quilos. Segundo Daliana, o médico Aureo Ludovico de Paula disse que usaria a técnica convencional. Daliana assinou um termo de ciência, segundo o qual seria submetida a uma gastroplastia laparoscópica para tratamento de obesidade mórbida. Gastroplastia é um nome genérico que indica redução de estômago.



A informação que aparece no relatório assinado pelo médico no final da cirurgia é outra: ele afirma ter feito uma “gastroplastia vertical associada a interposição ileal”. A família de Daliana diz que não foi informada de que ela tinha sido submetida a uma cirurgia não-regulamentada. “O médico não nos explicou nada sobre isso. Achamos que minha filha faria uma redução de estômago convencional, a mesma que tanta gente já fez”, diz a mãe de Daliana, a funcionária pública Vera Lúcia Gonçalves de Camargo. “Vimos o termo interposição ileal no relatório dele, mas não estranhamos nada. Somos leigos.” A família diz ter pago R$ 28 mil pela cirurgia.







Conheça o caso de outros pacientes e leia mais sobre cirurgias de obesidade na revista ÉPOCA que estará nas bancas neste sábado [7 de novembro]: que tipos de cirurgias existem, quanto elas custam, para que pacientes elas são indicadas e quais os riscos envolvidos.







A família não entende também por que Daliana foi submetida à interposição do íleo se ela nunca foi diabética. Teoricamente, a interposição do íleo poderia contribuir para a liberação de hormônios que aumentam a sensação de saciedade. Essa é uma hipótese levantada pelos cientistas. Mas não há comprovação de que seja seguro recorrer a esse expediente para reduzir a vontade de comer. Para obter exclusivamente esse efeito, existem as cirurgias clássicas de redução de estômago que já foram testadas, reproduzidas por muitos grupos ao redor do mundo e regulamentadas.



Daliana diz que sua vida nunca mais voltou ao normal depois da cirurgia. “Mesmo comendo devagarzinho, eu só vomitava. Eu procurava o médico e ele dizia que o problema era meu, que eu não sabia comer direito.” Nos últimos anos, ela foi submetida a vários procedimentos para tentar fechar uma fístula em seu estômago. Ficou internada por longos períodos, inclusive na UTI.



Desde o início do ano, Daliana não come nada. Não pode sequer beber água. É alimentada por uma sonda que leva uma solução proteica diretamente ao seu intestino. A família entrou na justiça de Goiânia com uma ação contra o médico. Pede o pagamento das despesas médicas e uma indenização de R$ 10 milhões. “Esse não é um caso de erro médico. É um caso grave de experiência médica sem consentimento”, diz o advogado da família Marcelo Di Rezende Bernardes.



A procuradora Léa Batista de Oliveira, do Ministério Público Federal, em Goiânia, investiga o caso desde julho. Recebeu nesta semana a representação do Conselho Nacional de Saúde. Pretende entrar com uma ação penal de lesão corporal e exercício ilegal da medicina contra Aureo Ludovico de Paula. Antes disso, vai solicitar que Daliana seja submetida a uma perícia médica e vai ouvir o médico. “Com base nas investigações que fizemos até agora tudo indica que esse é um caso de grave violação dos direitos humanos”, diz Léa.



“Estamos diante de experiências realizadas em desconformidade com todas as normas vigentes. O médico não informa devidamente os pacientes sobre os riscos da cirurgia, não tem protocolo de pesquisa, faz publicidade de uma técnica não-regulamentada e cobra por ela”, diz Léa. O caso de Daliana também está sendo investigado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos.



Na quarta-feira, ÉPOCA esteve no consultório do médico Aureo Ludovico de Paula, em Goiânia. Ele se recusou a dar entrevista. Disse que não fala sobre sua técnica nem sobre o caso Daliana. Em sua defesa no processo que corre no Tribunal de Justiça de Goiás, o médico alega que “a cirurgia não é experimental e sim uma variante técnica de uma cirurgia consagrada há mais de 20 anos”.



Afirma também que “a paciente não foi objeto de nenhuma pesquisa e sim de terapêutica para obesidade e que a complicação ocorrida aparece na mesma frequência em outras operações bariátricas”. Alega ainda que “a fístula é uma resposta orgânica espontânea da paciente. É intercorrência imprevisível, uma complicação pós-operatória sem nenhum nexo com o procedimento realizado adequadamente”.











Leia a entrevista de Daliana a ÉPOCA:







ÉPOCA esteve no quarto de Daliana em sua casa em Goiânia. Presa a uma sonda e a um dreno, Daliana costuma passar os dias agitada. Tem se tratado com o antidepressivo Daforin. Em um raro momento de tranquilidade, concordou em dar a seguinte entrevista:











Daliana antes da cirurgia







Por que você resolveu emagrecer?



Queria ficar bonitona. Tinha tentado de tudo: spa, dietas etc. Fazia exercício, fazia de tudo e não emagrecia. Sempre quis ser magrinha. Queria ser maravilhosa no verão. Mas fui engordando, engordando. Primeiro o Dr. Áureo colocou um balão no meu estômago. Fiquei seis meses com ele, mas não resolveu. Logo comecei a engordar de novo. Ele me disse que se eu tivesse 100 kg poderia fazer a cirurgia. Comecei a comer muito para poder fazer a operação. Era mais fácil engordar do que emagrecer. Passei de 77 para 86 kg. O médico disse que ainda não dava. Aí eu me esforcei. Comia muito doce e fritura. Tudo. Cheguei a 95 kg. Agora você imagina o que é não poder comer nada agora. Eu gostava muito de comer.







Você queria ficar magra para quê?



Para me educar. Depois da cirurgia eu não iria poder comer tanto, não iria engordar. Iria ficar bonita, iria vestir a roupa que quisesse. A psicóloga tinha me dito que depois da cirurgia minha vida seria diferente. Iria viver uma vida de operada.







É verdade que depois da cirurgia de 2005 você nunca mais pôde comer uma refeição normal?



É verdade. Eu vomitava, passava muito mal. Comia só papinha e ainda assim só vomitava. Mesmo comendo devagarzinho eu só vomitava. Eu procurava o médico e ele dizia que o problema era meu, que eu não sabia comer direito. Eu achava que ele estava certo e não discutia com ele. Ele dizia que a culpa era minha e eu acreditava.







Ele nunca explicou nada para você sobre a interposição do íleo? Não disse que era uma técnica experimental?



Não. Nunca falou. Quando os problemas começaram a aparecer, ele disse que eu era azarada. Ele disse que tudo o que fazia dava certo, mas em mim as coisas que ele fazia não davam certo. Por muito tempo eu achei que não ia achar outro médico que fosse dar conta do meu caso. Por mais que ele me maltratasse eu tinha que aceitá-lo porque eu não tinha para onde ir.







Qual é o sentimento que você tem em relação ao Dr. Áureo?



Tenho raiva porque ele não me disse que iria fazer uma cirurgia não regulamentada. Tenho raiva porque ele disse uma coisa e fez outra. Hoje não posso comer nada. Nem beber água.







Como está se sentindo hoje?



Perdi contato com minhas amigas. Estava fazendo pós-graduação, tive de parar. Não dou conta de estudar desse jeito. Perdi minha avó. Minha avó morreu, não pude ir ao velório dela. Eu estava internada em São Paulo. Quando cheguei em casa... [choro]. Não acreditei que nunca mais iria ver minha avó. É muito triste.







E você sente falta da convivência com seus amigos?



Todo domingo a gente saía, ia ao cinema, em festinha, era muito bom. Eu perdi isso. Não posso sair porque se vejo comida fico louca para comer e não posso. Estou tomando Daforin para controlar a ansiedade. Consigo andar, mas preciso carregar o suporte da sonda e tomar cuidado com o dreno. Estou com sonda desde janeiro deste ano. Estou presa a ela porque tenho de tomar a dieta proteica. Tomo seis por dia.







Você sente fome?



Só vontade de comer.







O que você tem feito?



Vejo televisão, fico na internet, uso notebook, tento estudar. O que eu posso fazer, eu faço. Mas tenho que ter muito cuidado com o dreno colocado na saída do estômago. Não posso correr nem andar muito rápido. Andar devagar e com muito cuidado eu posso. Até porque o dreno não tem ponto. Se sair tenho de pegar um avião, ir correndo pra São Paulo, torcer pra não dar nenhuma infecção. Se der infecção, tenho de tomar antibiótico e nem sei qual. Tem de fazer punção, drenar, ver qual bactéria que eu tenho e qual antibiótico tenho que tomar. É uma novela. Tem dia que choro a noite toda.







Você sabe com quantos quilos, mais ou menos, você está hoje?



Sei. Estou com 56 kg. A dieta é muito boa, não me deixa emagrecer. Preciso estar bem para a próxima cirurgia. O médico de São Paulo vai tentar fechar a fístula que eu tenho no estômago. Se não funcionar, ele vai ter de extrair o meu estômago. Vou rezar muito para dar certo.







[A revista informa neste ponto da reportagem]:

Assista ao vídeo [disponível no Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=IVD1vnuw1ds&feature=player_embedded] que a família de Daliana colocou na internet sobre o caso:


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10 comentários:

  1. finalmente ela deve ter coseguido o que queria neh..ficar magra

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  2. Primeiro lugar, nesta reportagem estão dizendo que uma úlcera foi perfurada, então isso significa que ela já tinha esa úlcera. E eu sei que se o estomago tiver úlcera ou H pylori não se pode operar. Além do que ela dimplismente fez por vaidade. Agora ela está pagando o preço.Eu acredito que a cirurgia em sí deveria ser um sucesso, se não fosse a teimosia dela em querer por vaidade perder peso, tendo uma ulcera e uma fístula no estomago isso não existe. De qualquer forma desejo que ela melhore.

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  3. Acho que vcs q sao obesos teem a mania de achar q só vcs precisam dessa cir. E eu aposto que 99% faz pensando mto mais na vaidade do que saúde..a vida de uma mulher magra muda e mto. EU nao acho bem feito p advogada ela ter se submetido a esta cir semprecisar, ninguem sabe o que se passava na vida dela que a fez optar por esta cir.As pessoas cansam de fazer dietas , remedios, isso tem limite.Estarei fazendo esta cir dia 16 e estou com 72 kilos, meu imc é 28 mas canseii de dieta a vida toda! Cheguei no meu limite.Optei por este método por ser mais seguro e menos agressivo, ams queria saber se o que q aconteceu c ela foi devido ao tipo da cirurgia(pq é a mesma da minha)

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  4. Graziella, tenho 88 kg e 32,3 de MC
    quero muito fazer essa cirurgia e gostaria de saber onde e com quem vc está fazendo. Ja coloquei o balão e não deu certo.

    Entre em contato.

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  5. Eu não tinha nenhum problema em ser gordo (tá certo que tive que resolver isso com terapia, mas agora tá ficando complicado. Não aparento os quase 180Kg que tenho. É muito mais que muita gente tem e opera. Não deixo de ser vaidoso sendo gordo. Só que agora minha saúde está piorando. Tenho pressão alta e outros problemas com o joelho. Estou indo atrás da cirugia porque não consigo controlar a boca e vai ter que ser na marra. Acho um absurdo passar por essa "mutilação" por vaidade.

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  6. Fiz a cirurgia faz exatamente um mês, e estou certa de que foi a melhor coisa q fiz na minha vida, sempre tive grandes problemas com o peso, e nada q fiz:inúmeras dietas, acompanhamentos nutricionais, vigilantes do peso, remédios, nada me trouxe resultado satisfatório, com o insentivo do meu médico clinico tbm operado...e tbm de duas pessoas da familia, fui com coragem e determinação em busca de qualidade de vida, e saúde, hj fazem um mês de cirurgia, ja passei pela dieta líquida bem tranquila, pastosa, e agora normal, claro q com restrição de volume, mas estou me adptando aos poucos a minha nova vida, quero sim ser uma nova mulher, uma nova pessoa, com saúde, com qualidade de vida e muito feliz, desejo a todos q ainda estão em dúvida sobre a cirurgia, q encontrem uma equipe médica responsável, um bom nutricionista, um bom psicólogo, um ótimo e conceituado médico da cirurgia bariátrica, aqui em Ctba recomendo com certeza Dr.Antonio de Rosa Senna, maravilhoso médico e um equipe sensasional, compententíssimos...sem mais espero q todos encontrem o caminho da felicidade, pois todos nós temos o direito pleno de sermos felizes e se não estamos temos q procurar ser.........abraços/Marilda.

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  7. Nice blog you got here. I'd like to read a bit more about this topic.
    BTW look at the design I've made myself London escorts

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  8. Penso que ela não teve sorte... Todos nós corremos riscos em qualquer cirurgia, o fato é que hoje a vaidade esta acima de tudo! Eu tbm pretendo fazer essa cirurgia, acredito que essa é ainda e menos radical comparada com as outras técnicas. É preciso FÉ!!!!

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  9. OLA
    ESTOU PRESTES A FAZER O SLEEVE GASTRICO, DAQUI A UM MES, GOSTARIA DE SABER SE REALMENTE O POS OPERATORIO É TAO DIFICIL E SE EMAGRECERAM MESMO, QUEM O FEZ.
    OBRIGADA,

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  10. OLA
    FIZ A CIRURGIA SLEEVE A 2 MESES E POUQUINHO, ESTOU MUITO SATISFEITA COM O RESULTADO, JA PERDI 25 KG. TENTEI EMAGRECER DE VARIAS MANEIRAS, MAIS ESSA FOI A ULTIMA TENTATIVA E QUE VEM DANDO RESULTADOS PRAZEROSOS. ACREDITO QUE QUANDO NAO CONSEGUIMOS ALCANÇAR NOSSOS OBJETIVOS DE UM JEITO, TEMOS QUE IR TENTANDO ATE CONSEGUIR. ACHO QUE TAMBEM NAO É SO POR VAIDADE, CLARO QUE TAMBEM CONTA, MAIS MEXE MUITO COM O PSICOLOGICO DA GENTE.
    APOIO A TODOS QUE QUEIRAM FAZER.
    ABRAÇOS

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